segunda-feira, 18 de abril de 2011

I Coríntios - Cap. 13 "Amor de Origem Divina"


(I Corintios 13:1) - Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

(I Corintios 13:2) - E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

(I Corintios 13:3) - E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

(I Corintios 13:4) - O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

(I Corintios 13:5) - Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

(I Corintios 13:6) - Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

(I Corintios 13:7) - Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

(I Corintios 13:8) - O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

(I Corintios 13:9) - Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

(I Corintios 13:10) - Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

(I Corintios 13:11) - Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

(I Corintios 13:12) - Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

(I Corintios 13:13) - Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.